Aprovação de lei facilita acesso à tecnologia blockchain para pequenos agricultores de Minas Gerais

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou o Projeto de Lei 3.749/2025 na terça-feira (23) em uma medida que busca incentivar o acesso a inovações digitais para os produtores rurais de menor porte da região, inclusive com blockchain.

O deputado Carlos Henrique (Republicanos-MG) assina a autoria do documento focado no desenvolvimento sustentável do setor agrário.

Este texto modifica a Lei 11.405/1994 para integrar ferramentas modernas ao trabalho no campo.

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A proposta inclui o fomento direto ao uso da tecnologia blockchain nas propriedades familiares do estado.

Além disso, os trabalhadores terão mais facilidade para adquirir equipamentos como drones e sistemas de localização por satélite.

A Comissão de Constituição e Justiça promoveu ajustes no texto antes da aprovação final no plenário.

Desta forma, a nova lei garante uma ampliação do acesso aos sistemas de automação de processos rurais.

As diretrizes preveem a coleta rigorosa e a análise de dados para otimizar os resultados das colheitas sazonais. Produtores rurais conseguem rastrear a origem dos alimentos com a adoção de registros exatos das inovações digitais.

O avanço das normas acompanha as demandas globais por transparência na cadeia de suprimentos de alimentos frescos.

As leis locais recebem atualizações para elevar o padrão de cultivo em todo o território produtivo do estado.

Os deputados aprovaram o Projeto de Lei 1.725/2023 em primeiro turno na mesma sessão legislativa da câmara.

O projeto do deputado Mauro Tramonte (Republicanos-MG) cria o Polo das Frutas Vermelhas na região sul mineira.

Novas tecnologias e blockchain como parte da agricultura de Minas GeraisNovas tecnologias e blockchain como parte da agricultura de Minas Gerais
Novas tecnologias e blockchain como parte da agricultura de Minas Gerais (Foto/Reprodução).

Polo de frutas ganha força econômica no sul do estado mineiro

A área demarcada abrange 42 cidades com foco no cultivo de itens como framboesa e morango. Relatórios da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAPA) registram uma colheita de 170 mil toneladas para o ano de 2025.

A colheita destas frutas representa um dos segmentos de maior lucro na fruticultura de clima temperado local. Os espaços de plantio ocupam uma área superior a 3.900 hectares em toda a região mapeada pelos fiscais estaduais.

O conceito aplicado no projeto traduz as exigências do mercado por uma maior diversidade nos cultivos regionais.

Tal adoção de novas espécies agrega valor financeiro e cria resiliência econômica para as famílias envolvidas no agronegócio.

A matéria legislativa segue para a análise da Comissão de Agropecuária e Agroindústria em segundo turno parlamentar.

Os legisladores debatem as vantagens desta união produtiva para o futuro do comércio das cidades da área demarcada.



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